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Monthly Survey of Trade

In March, trade increased by 0.5% and hit a new record

Section: Economic Statistics | Marília Loschi

May 13, 2026 09h00 AM | Last Updated: May 13, 2026 03h40 PM

Fuels and lubricants accounted for the increase in retail sales - Photo: Helena Pontes/IBGE News Agency

The volume of retail trade sales in Brazil increased 0.5% in March from February, in the seasonally adjusted series. With this performance, the sector hits a new record in the time series initiated in 2000 after the figure reached last month. Data comes from the Monthly Survey of Trade (PMC), released today (13) by the IBGE.

The remainder is temporarily in Portuguese. 

Este é o terceiro avanço seguido, apontando um panorama de expansão, segundo Cristiano Santos, gerente da PMC: “Numa perspectiva um pouco maior, a médio prazo, nos seis últimos meses houve apenas um resultado no campo negativo, em dezembro de 2025. E mesmo assim, o resultado foi muito próximo de zero (-0,3%). Então, pode-se dizer que desde outubro de 2025 o varejo vem crescendo na maior parte do tempo”.

Houve crescimento das vendas em cinco das oito atividades pesquisadas: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,7%), Combustíveis e lubrificantes (2,9%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,9%), Livros, jornais, revistas e papelaria (0,7%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,1%) apresentaram resultados positivos. Cristiano Santos observa que, na atividade de equipamentos para escritório, informática e comunicação, a maior parte dos produtos são importados, como celulares e televisores. “Os custos dessa atividade estão muito relacionados à variação do dólar e nos últimos três meses a gente vem observando a valorização do real frente a moeda americana”.

Do lado negativo, ficaram duas atividades: Móveis e eletrodomésticos (-0,9%), puxada pelas quedas no setor de móveis, e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,4%) que, em março, apresenta a maior queda do setor desde junho de 2024, quanto atingiu -3,0%. A atividade de Tecidos, vestuário e calçados ficou estável (0,0%) em relação a fevereiro.

Frente a março de 2025, crescimento ocorre em todas as atividades pesquisadas

Na comparação entre março de 2026 e o mesmo mês do ano passado, o comércio varejista cresceu 4,0%. Todas as oito atividades pesquisadas acompanharam o crescimento: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (22,5%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (11,1%), Livros, jornais, revistas e papelaria (10,2%), Combustíveis e lubrificantes (7,6%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (7,1%), Móveis e eletrodomésticos (6,8%), Tecidos, vestuário e calçados (2,9%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,9%).

A expressiva alta em Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (22,5%) é a segunda maior no setor desde o segundo semestre de 2021, sendo superada apenas por dezembro de 2025 (31,1% em dezembro de 2025).

Em termos de contribuição para o índice geral, as principais influências vieram de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos etc., e Combustíveis e lubrificantes, ambos participando com 0,9 pontos percentuais ao total de 4,0% do varejo.

Varejo tem taxas positivas em 19 Unidades da Federação

Frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal, o comércio varejista teve resultados positivos em 19 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Maranhão (3,8%), Amazonas (3,7%) e Piauí (3,5%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram sete das 27 Unidades da Federação, com destaque para Bahia (-2,2%), Pernambuco (-2,0%) e São Paulo (-1,0%). A Paraíba mostrou estabilidade (0,0%).

Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre janeiro e fevereiro de 2026 teve resultados positivos em 17 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Amazonas (8,4%), Roraima (5,6%) e Paraná (4,0%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 10 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Pernambuco (-2,1%), Mato Grosso do Sul (-1,2%) e Bahia (-1,0%).

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