90 anos
No aniversário do IBGE, profissionais celebram o Dia do Geógrafo e do Estatístico
28/05/2026 22h00 | Atualizado em 29/05/2026 07h48
No dia 29 de maio, data em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) completa 90 anos, também é celebrado o Dia do Geógrafo e do Estatístico, profissionais que estão no centro da missão institucional de produzir conhecimento sobre o Brasil. A união das datas reforça o papel dessas carreiras na construção de informações fundamentais para compreender o território, a população e a economia do país.
Ao longo de nove décadas, o IBGE consolidou-se como referência na produção de estatísticas oficiais e informações geocientíficas, contribuindo de forma decisiva para o planejamento de políticas públicas e para o fortalecimento da democracia. Essa trajetória é construída diariamente pelo trabalho de servidores que, por trás de números, mapas e análises, traduzem a realidade brasileira em dados que orientam decisões e ampliam o conhecimento sobre o país.
Para a Gerente de Métodos da Coordenação de Estatísticas Estruturais em Empresas, Adriana Bandeira Moraes, o cotidiano no Instituto exige dedicação e resiliência. “Trabalhar no IBGE é desafiador”, resume. Já o estatístico da Coordenação de Contas Nacionais, Julio César Siqueira, destaca o papel estratégico da instituição: “Trabalhar no IBGE significa trabalhar os dados para produzir conhecimento e informações relevantes para o Brasil”.
Na área de produção estatística e operações censitárias, Pedro Helal Chafir, Gerente de Apoio Computacional da Coordenação Técnica do Censo Demográfico, reforça o sentido público da atividade: “Trabalhar no IBGE é muito gratificante, poder exercer minha profissão de maneira a contribuir com o conhecimento do país”. O sentimento de pertencimento e reconhecimento também aparece na fala de Lincoln Teixeira da Silva, Gerente na Coordenação de Índice de Preços: “Trabalhar no IBGE é motivo de muito orgulho”.
Entre os geógrafos, o vínculo com a instituição está diretamente associado à construção do conhecimento territorial brasileiro. Higor Lopes Barcelos, da Gerência de Atlas e Representação no Território, destaca a dimensão pessoal e profissional dessa escolha. “Trabalhar no IBGE como geógrafo é a realização de um sonho. Aqui é um grande órgão responsável pela produção da geografia nacional. Trabalhar na produção desse conhecimento é algo muito importante e que sempre almejei ao longo da minha carreira acadêmica”, afirma. Ele também ressalta o ambiente técnico: “Estar cercado de profissionais com grandes contribuições para a geografia nacional é a realização de um objetivo”.
Na mesma linha, Danilo Salim, da Gerência de Redes e Fluxos Geográficos, enfatiza o impacto social do trabalho realizado. “Trabalhar no IBGE é muito gratificante pela entrega de dados e informações que a gente traz para a sociedade”. Para Fernando Abritta Figueiredo, da Gerência de Regionalização e Tipologias de Território, fazer parte do Instituto é também reconhecer sua história. “Trabalhar no IBGE, que vem retratando o Brasil há 90 anos em seus aspectos demográficos, sociais, econômicos e territoriais, é uma grande honra”.
A atuação no IBGE também é marcada pela diversidade de temas e possibilidades. José Sena, da Gerência de Articulação Institucional da Diretoria de Geociências, ressalta a amplitude da experiência profissional. “Trabalhar no IBGE tem uma completude muito grande em todos os aspectos, sobretudo para um geógrafo, e é uma atividade que me rende muitos frutos, apesar das exigências e desafios”. Já Beatriz Menezes, da Coordenação de Estruturas Territoriais, destaca o impacto direto do trabalho na sociedade: “O IBGE é uma das maiores instituições do Brasil, que produz dados cartográficos e informações fundamentais para o planejamento do território e para políticas públicas que impactam diretamente o bem-estar da população. Fazer parte disso é muito gratificante”.
No nível de gestão, a contribuição institucional também é vista como compromisso com o desenvolvimento do país. Para Gustavo Caires, Diretor-Adjunto de Geociências, “trabalhar no IBGE é poder contribuir para que as informações que produzimos tragam frutos para a sociedade”. O sentimento de vocação aparece ainda na fala de Jaison Luís Cervi, que sintetiza a dedicação à carreira: “Não penso em fazer outra coisa na vida que não seja trabalhar no IBGE, produzindo informações geoespaciais para o Brasil”.
A geógrafa Maria Lúcia Ribeiro Vilarinhos reforça a dimensão intelectual e plural da atuação no Instituto. Segundo ela, o IBGE é um espaço de excelência que permite ao profissional atuar em diferentes áreas da geografia e contribuir diretamente para a sociedade. “É um dos espaços mais importantes para o geógrafo no Brasil, porque nos permite ver, agir e trabalhar dentro das várias possibilidades da ciência geográfica, sempre como um serviço público voltado ao Estado e à população”, afirma.